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aMSN 0.97 Download

2008/02/06

Cliente TCL para MSN Messenger baseado no Compu'S Messenger
De fato, trata-se de uma versão modificada do conhecido Compu'S Messenger, mas com melhoras como smileys, notificações de email, som e suporte para caracteres especiais, entre outras características que fazem deste cliente TCL um dos melhores aplicativos de sua classe, como por exemplo, poder enviar e receber arquivos, função semelhante a do MSN original, um completo suporte para múltiplos idiomas entre outras coisas.
Tamanho : 6,0 MB
S.O.: X11

Sem dúvida alguma, o osso mais duro de roer para msn4lin.

Fonte: terra

Conectiva Linux - Descrição dos Aplicativos

2007/10/27

Frequentemente se menciona o fato de que sistemas GNU/Linux possuem poucas aplicações, o que está longe de ser uma verdade. Possivelmente as aplicações para sistemas GNU/Linux ainda não tenham atingido, em algumas categorias, o mesmo nível de qualidade de seus equivalentes comerciais, porém isto está mudando rapidamente. As alternativas livres e comerciais para sistemas GNU/Linux não param de crescer. Diversas empresas têm manifestado nos últimos tempos o seu crescente apoio ao GNU/Linux, como a Corel, Adobe e IBM, apenas para citar algumas.

Da parte da Corel temos o Corel Wordperfect, Corel Photopaint, em breve teremos também o CorelDraw. A Adobe já disponibilizou gratuitamente na Internet a versão beta do amplamante utilizado Framemaker.

Fora estes exemplos mais marcantes vale a pena citar que a maioria das distribuições GNU/Linux trazem centenas de aplicações gratuitas que podem ser instaladas por seus usuários sem custo algum. Os dois cdroms de distribuição do Conectiva GNU/Linux, da versão 4.9 (beta), trazem 1001 aplicativos, gravados no diretório RPMS. Este número entretanto é apenas uma pequena amostra do que existe disponível. Estão cadastrados atualmente mais de 46.000 aplicativos e este número certamente não representa a totalidade de aplicações existentes.

O maior problema com esta imensidão de aplicativos é justamente saber o que cada um deles faz. No primeiro cdrom da distribuição Conectiva GNU/Linux, no diretório doc, o arquivo PACOTES contém uma descrição de todos os pacotes. Este arquivo tem 7845 linhas e certamente é bastante grande.

Todavia existe uma maneira de se consultar, com o software RPM, o gerenciador de pacotes criado pela empresa Red Hat usado em várias distribuições GNU/Linux, a descrição de um pacote.

O comando

  % rpm -qpi xzip-180-4cl.i386.rpm
Name : xzip Relocations: (not relocateable)
Version : 180
Vendor: conectiva
Release : 4cl
Build Date: qua 12 jan 2000 15:06:29 BRDT
Install date: (not installed)
Build Host: mapinguari.conectiva.com.br
Group : Passatempos/Jogos
Source RPM: xzip-180-4cl.src.rpm
Size : 108406
License: Freely redistributable
Summary : Interpretador X Window para os jogos adventure
no formato Infocom Description : Agora todos os seus jogos
tipo "adventure" em texto podem adquirir uma nova dimensão
com este interpretador para X Window

nos fornece informações detalhadas sobre o pacote xzip. Ao final encontra-se a descrição, que na maior parte dos casos é o que buscamos. Observe que fornecemos como entrada para o comando o nome do arquivo no formato rpm, sem tê-lo instalado. Esta facilidade é extremamente interessante visto que nos permite verificar previamente se determinado software atende às nossas necessidades.

Eu particularmente gosto de ler descrições de softwares para ficar a par do que existe em termos de aplicações, preferencialmente grátis, para o ambiente GNU/Linux. Desta forma quando a necessidade surgir eu tenho condições de saber se existe algo que possa resolver o problema. Eu também prefiro ler documentos formatados, com índice, de forma a tornar a leitura mais agradável e também onde eu possa acessar a informação que procuro de forma mais rápida.

Pensando nisto, com a ajuda do programa rpm, eu criei uma documentação, com o uso do programa LaTeX, contendo a descrição de todos os softwares distribuídos com a versão 4.9 do Conectiva GNU/Linux.

Nas próximas páginas encontra-se uma descrição resumida dos pacotes de software integrantes da versão 4.9 do Conectiva GNU/Linux. Esta descrição foi obtida através da execução, no diretório RPMS dos dois cdroms da distribuição, do comando `rpm -qpi', sobre todos os arquivos. A listagem gerada foi simplificada para conter apenas o nome do pacote e sua descrição.

A shell script utilizada foi a seguinte:

  #!/bin/sh
mount /mnt/cdrom
cd /mnt/cdrom/conectiva/RPMS
for pkg in *.rpm
do
rpm -qpi $pkg > /root/pkg/$pkg
echo $pkg
done
cd pkg
for file in *
do
mv $file `echo $file | dd conv=lcase`
done
cat * >> ../packages.tex

Como diversos pacotes são grafados em maiúsculas, eu renomeei todos os arquivos de forma a que contivessem apenas letras minúsculas (comando mv). Desta forma, o comando cat irá criar o arquivo packages.tex com todas as descrições em ordem alfabética.

Note que esta listagem não divide os aplicativos em categorias, o que poderia ser outra abordagem interessante.

Em seguida foi editado o arquivo packages.tex para remover as informações não necessárias e criado, com o uso do software LaTeX, o arquivo formatado.

Espero que este documento lhe seja útil e que lhe ajude a conhecer melhor o potencial de sistemas GNU/Linux. Certamente este documento contém incorreções, principalmente no tocante a formatação, que foi feita em grande parte de forma automática.

fonte: dicas-l

fazendo backup de arquivos com o TAR

2007/09/16

Quando precisamos fazer backups (cópias de segurança), salvar um grande número de arquivos (até mesmo um pequeno número, porquê não?), podemos utilizar o TAR (Tape ARchive). Eu tenho um diretório de arquivos texto (.txt), e tem também dois subdiretórios com arquivos textos mas que estão separados por se tratarem de assuntos diferentes. É só um exemplo. Quero fazer backup de tudo. Então, é só usar:

$ find . -name \*.txt | tar cvzf backup.txt.tar.gz -T -

O "find" fará uma busca por arquivos com a extensão .txt, no diretório corrente;
O "tar" recebe a saída do comando através do pipe ( | ), através do parâmetro -T.
O caracter "-" funciona para leitura do comando find.

Um arquivo de nome "backup.txt.tar.gz" será criado e conterá todos os arquivos com a extensão .txt. Para descompactar o backup, quando necessitar, utilize:

$ tar zxvf backup.txt.tar.gz

Como você pode ver, é apenas um exemplo, você pode fazer o backup com os tipos de arquivo que você quiser.

Detalhes? Digite:

$ man tar

e/ou:


$ man find

9 - obtendo e alterando informações de usuários do sistema:

O arquivo /etc/passwd é usado para guardar as informações dos usuários no sistema. Nós podemos adicionar opções ao arquivo, para maiores informações do usuário. Primeiro, faça um teste, e veja o conteúdo do arquivo /etc/passwd da máquina:

$ cat /etc/passwd

Entre muitas linhas, uma delas é a seguinte:

copag:x:500:500::/home/copag:/bin/bash

copag => Usuário;
x => O que seria a senha, mas que, logicamente, não é informada;
500 => UID e GID;
/home/copag => Diretório do usuário;
/bin/bash => Shell do usuário.

O root pode alterar essas informações manualmente, editando o arquivo /etc/passwd.

Veja agora, um comando que permite adicionarmos maiores informações à conta, e que o usuário também tem acesso:

$ chfn copag
Changing finger information for copag.
Password: Informe a senha do seu login
Name []: Copag (Seu nome, ou o que desejar)
Office []: LinuxBQ - Linux ao alcance de todos! (Alguma identificação do que você faz)
Office Phone []: 5555-5555 (Telefone do trabalho)
Home Phone []: 4444-4444 (Telefone residencial)

Finger information changed.

O comando "chfn" vem de "Change Finger". Você não pode alterar as informaões de finger de alguém sem estar usando o login da mesma, mesmo com a senha. Nesse caso, faça login com o usuário que você deseja alterar. O root pode alterar qualquer um, e você pode utilizar "su login" para alternar para o login que quiser, caso possua a senha.

Agora, experimente olhar novamente o arquivo /etc/passwd:

$ cat /etc/passwd

Novamente, dentre muitas linhas, encontramos:

copag:x:500:500:Copag,LinuxBQ - Linux ao alcance de todos, 5555-5555, 4444-4444:/home/copag:/bin/bash

Repare que você pode visualizar informações de um determinado usuário, de uma forma mais cômoda, utilizando:

$ finger usuário

Veja:

$ finger copag
Login: copag Name: Copag
Directory: /home/copag Shell: /bin/bash
Office: LinuxBQ - Linux ao alcance de todos!
Office Phone: 5555-5555 Home Phone: 4444-4444
[...]
No mail.
No Plan.

Observação: [...] contém as linhas de informações de login e permanência no sistema.

Para maiores informações, use:

$ man finger
$ man 5 passwd
$ man chfn

10 - instalando o gerenciador de janelas Blanes 2000:

Para quem ainda não conhece, o Blanes 2000 (http://www.blanes.com.br) é um gerenciador de janelas com aparência semelhante ao Windows. Segundo os desenvolvedores, é uma boa opção para quem está migrando/testando agora o sistema operacional Linux, pois não encontrá maiores dificuldades. Saiba como instalar e adicionar a opção ao gerenciador de login gráfico. Primeiramente, faça o download do Blanes 2000 diretamente do site: http://labdid.if.usp.br/~blanes/download.php.

Eu fiz download de dois arquivos RPM (blwm-1.0.4-1.i386.rpm e blwm-1.0.4-1.src.rpm), já que utilizo Red Hat. Faça download dos arquivos referentes à sua distribuição. Instale os arquivos, utilizando, no diretório onde eles estão salvos (como root), o comando:

# rpm -ivh blwm*

Após ter instalado, adicione a entrada para o Blanes ao login de inicialização do X (gdm).

Para adicionar a opção ao menu de inicialização (no meu caso é GDM, verifique se você usa GDM - Gnome, ou KDM - do Kde), faça:

1) Como root, entre no diretório /etc/X11/gdm/Sessions:

# cd /etc/X11/gdm/Sessions

Crie um arquivo com o nome que você quer que seja apresentado no GDM, por exemplo:

# touch Blanes\ 2000

Será criado um arquivo de nome "Blanes 2000". Aquela \ informa ao shell que o próximo espaço também faz parte do nome do arquivo. Agora, altere as permissões:

# chmod 755 Blanes\ 2000

Edite agora o arquivo Blanes 2000 com o seu editor preferido:

# vim Blanes\ 2000

Adicione as seguintes linhas:

#!/bin/bash
exec /usr/local/bin/blwm

Como você pode ver, isso é pelo GDM. Se você utiliza KDM, veja como alterar:

Edite, como superusuário (root), o arquivo /etc/sysconfig/desktop em seu editor de textos preferido. Veja:

# cat /etc/sysconfig/desktop
DESKTOP="GNOME"

Na opção DESKTOP, você pode alterar para "KDE" ou "GNOME", usando assim o gerenciador gráfico de sua preferência.
O GDM é utilizado quando DESKTOP é definido como "GNOME".

Pronto, agora reinicie o X e escolha a opção Blanes 2000 para testar.

Quando você precisar adicionar outros gerenciadores de janela, já sabe como proceder

fonte: ofinadanet

protegendo seu Linux do comando "rm":

2007/08/20

Às vezes podemos cometer erros que podem ser irreversíveis. O comando "rm", usado para remover diretórios e/ou arquivos pode nos irritar. Suponha que você tem um diretório muito importante, e quer protegê-lo. Tudo que for excluído deve ser confirmado, para você ter absoluta certeza do que está fazendo. É simples. Crie um arquivo chamado "-i". Para fazer isso, no bash, digite:

$ > -i

Este arquivo será o primeiro no diretório, devido o seu nome. Suponha que você digite:

$ rm *

O comando "rm *" será interpretado como "rm -i *", ou seja, pedindo confirmação de exclusão. Agora, suponha que você tem muitos diretórios importantes, e não quer se arriscar a perder nada! Ou seja, ao invés de criar vários arquivos `-i', você pode adicionar o seguinte alias ao arquivo ~/.bashrc, veja:

alias rm="rm -i"

Veja o conteúdo do arquivo /home/copag/.bashrc (mesma coisa que ~/.bashrc):

[copag@linuxbq testes]$ cat ~/.bashrc
# .bashrc
# User specific aliases and functions

alias cd..="cd .."
alias cds="cd /etc/rc.d/init.d && ls && cd -"
alias rm="rm -i"

[...]

Faça logout e teste: todas as vezes que você digitar "rm", será assumido que você utilizou "rm -i".

Maiores informações:

# rm --help

e/ou:

# man rm

e/ou:

# info rm
Receba essa e outras noticias no seu email
fonte: Ofinadanet

Executando aplicações em segundo plano:

2007/08/09

Quando estamos num terminal, queremos utilizar algum comando/aplicação e necessitamos ainda do terminal livre, podemos executar o que queremos em segundo plano. É muito simples, veja:

$ comando &

Simplesmente adicione o caracter & ao final do comando/aplicativo que você quer executar. Acho interessante quando estamos no X e queremos abrir uma aplicação diretamente do terminal. Veja:

$ kcalc &
$

Executou o kcalc (calculadora) e o shell continuou livre.

Veja outro exemplo em que rodei uma aplicação e o shell ficou ocupado, então, mesmo depois disso, há como fazê-lo ficar em background (segundo plano), veja:

$ su -c xcdroast
passwd:

Depois de ter fornecido a senha, ele ficou ali, estático, e o xcdroast permaneceu aberto. Como eu queria ter o shell livre, utilizei (no bash):

Ctrl + z

[1]+ Stopped su -c xcdroast

Então, ele volta ao shell, e aqui eu forneço o comando:

$ bg

[1]+ su -c xcdroast &

O programa continua executado e o shell livre.

Caso eu queria voltar o programa para foreground, é só utilizar o comando:

$ fg
su -c xcdroast

E o shell fica novamente ocupado.

Podemos fazer também o X iniciar em segundo plano (caso você utilize inicialização em modo texto e use o comando `startx' para entrar em modo gráfico), veja:

$ startx 2>&1 > /dev/null &

Você pode adicionar também essas informações ao arquivo /etc/profile, como um alias:

alias startx="startx 2>&1 > /dev/null &"

fonte: ofinadanet

Visualizando arquivos em modo texto

2007/07/13

Os comandos para visualizar conteúdo de arquivos em modo texto no Linux são comuns e muita gente conhece, porém, existem alguns que podem se tornar mais "amigos" do usuário no dia-a-dia. Veja quando usar o cat, more, tac, head, tail:

cat: O comando "cat" possibilita a leitura de qualquer arquivo contendo texto, entre outras utilidades a mais (como concatenar arquivos. Para maiores informações, digite "$ man cat"). Deve-se utilizar da seguinte maneira:

$ cat arquivo.que.voce.quer.ler

Caso o arquivo seja maior que a quantidade máxima de caracteres que você puder observar na tela, você pode utilizá-lo em conjunto com o "more", veja:

$ cat arquivo.de.conteudo.grande | more

Pode-se utilizar diretamente o "more" para esta ação, sem a necessidade de usá-lo em conjunto com o cat, veja:

$ more arquivo.de.conteudo.grande.tambem

Nos dois casos, é só ir apertando a tecla "Enter" até o final do documento para visualizá-lo todo ou pressionar a tecla "q" para sair (quit).

tac: Tudo que você leu para o "cat"é válido para o "tac", com a diferença de que, com o tac (e o próprio nome sugere - inverso de cat), você visualiza os textos ao contrário, ou seja, se você tem um arquivo com o seguinte conteúdo:

1
2
3

Você visualizará, ao utilizar o tac, assim:

$ tac teste.numeros.inverso
3
2
1

head: Mostra as 10 primeiras linhas do arquivo, caso você só necessite do cabeçalho. Deve ser usado da seguinte forma:

$ head arquivo.que.será.visualizado.as.10.primeiras.linhas

Existem parâmetros interessantes, vou citar o "-n". Ele permite especificar a quantidade de linhas você quer ver de um arquivo. Utilize assim:

$ head -n NÚMERO arquivo.a.ver.NÚMERO.de.linhas

tail: Utilizado da mesma forma que o `head', porém serve para visualizar as últimas 10 linhas do arquivo. Pode-se utilizar também o parâmetro "-n" definindo o número de linhas a visualizar.

$ tail -n 2 default.phpl

Para maiores detalhes dos comandos listados acima, utilize:

$ man comando

e/ou:

$ comando --help

fonte: ofinadanet

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Arquivo tmp

2006/12/26

Arquivos .tmp são criados por programas para uso temporário. Tais

arquivos podem sempre ser apagados. Quando fazemos um download, de um pacote ele é enviado para o arquivo tmp.






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